REGISTROS
Os registros são fundamentais para o futuro da arquitetura. Eles indicam onde estamos e de onde viemos.
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O ECOAR.Q – 2020

O podcast tem como objetivo registrar as discussões atuais da arquitetura e urbanismo buscando inspirar soluções para o futuro, trazendo para isso especialistas interlocutores na área, arquitetos ou não.

O ECOAR.Q nasce como consequência do livro Últimos Escritos e o Infinito da arquitetura, e tem o mesmo propósito: registrar debates de arquitetura, instigar o pensamento sobre a disciplina, questionar os padrões do presente para buscar o futuro da arquitetura e inspirar, através da disseminação do conhecimento arquitetônico. A audição e visão se unem para criar o audiovisual. A arquitetura dá imagem ao podcast, que por sua vez, dá som a arquitetura, tornando-os complementares. Este é o desafio do ECOAR.Q.

Acompanhe os episódios aqui.

LIVRO ÚLTIMOS ESCRITOS – 2019

A obra Últimos Escritos – e o Infinito da Arquitetura, publicada pela JJ Carol Editora, é parte de um manifesto do jovem arquiteto que, nos seus 30 anos, defende a evolução arquitetônica como dependente invariavelmente dos registros em texto.

Guiado pelos estudos na Columbia University, Marcelo observa que grandes arquitetos, como Vitruvius, Palladio, Corbusier, Venturi, Koolhass, entre outros, por meio de seus textos, marcaram e transformaram os rumos da disciplina.

Fadada ao desinteresse pela produção escrita e inspirada em imagens, a arquitetura cairá, sem se dar conta, na repetição de padrões visuais, os eternos Neos – como Neoclássica e Neocolonial, informa o descritivo.

imagem livro

No livro, Marcelo lança luz sobre uma infinidade inexplorada na arquitetura, e defende que os fundamentos para alcançar tal diversidade não estão nos projetos, mas sim na narrativa capaz de contextualizar fatos prévios ao desenho. As gerações vindouras que buscarem novidades arquitetônicas precisarão entender que as surpresas não estão naquilo que os olhos veem, mas, sim, naquilo que o intelecto consegue compreender.

Assim, a história deixa claro que os arquitetos contemporâneos não podem deixar de escrever se quiserem alcançar novos rumos e tendências. Com escrita despretensiosa (absorvida dos mestres mencionados) e profundidade na mensagem, o autor denota o tom de urgência explicando as diversas facetas de como a escrita colaborará na evolução da produção.

Compartilhando relatos de experiências na universidade americana e técnicas lá aprendidas, adicionou-se ainda ao conteúdo do livro alguns breves artigos elaborados junto a outros estudantes de arquitetura brasileiros (Lucas Donangello e Carolina Leite), que compõem a reflexão sobre o olhar arquitetônico e a figura do arquiteto contemporâneo na transformação da sociedade.

Compre o livro aqui.

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